quarta-feira, 19 de junho de 2013

Alerta de mulher desaparecida no mar do Cabo Mondego foi falso alarme

"Falso alarme. Foi esta a conclusão da autoridade marítima da Figueira da Foz em relação ao suposto desaparecimento, esta tarde, de uma mulher no mar do Cabo Mondego, em Buarcos.
Um popular ligou para os bombeiros, por volta das 14h45 de hoje, dizendo que havia visto uma mulher a cair na água, alegadamente com uma garrafa de whisky na mão. Ao alerta responderam cerca de duas dezenas de elementos dos Bombeiros Municipais e Voluntários, da autoridade marítima da Figueira da Foz, INEM e Protecção Civil.
Segundo a Agência Lusa, os bombeiros deslocaram para o local, junto à entrada da recém-desativada fábrica da Cimpor, uma equipa de dois mergulhadores "para uma resposta imediata a qualquer possibilidade de socorro junto à orla marítima", explicou Nuno Osório, comandante dos Municipais.
Os meios no local, uma praia de arribas rochosas, foram depois complementados com uma viatura com equipamento de salvamento e resgate em grande ângulo "pela necessidade de dar resposta a um possível desaparecimento de um náufrago", à qual se juntou, na água, uma lancha da Polícia Marítima.
A testemunha que deu o alerta já estava referenciada noutros falsos alarmes de socorro. Ainda assim, bombeiros Municipais e Voluntários permaneceram no local grande parte da tarde."

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Discurso de Miguel Almeida na apresentação pública da sua candidatura à Câmara Municipal da Figueira da Foz

«Caras e caros Figueirenses
Muito obrigado pela vossa presença. Obrigado a todos, que hoje quiseram juntar-se nesta sala para escrever uma página importante desta nossa caminhada. Obrigado também a todos os que não puderam vir, mas que, de uma forma ou de outra, demonstraram o seu apoio e a vontade de estarem presentes neste dia.
Estamos aqui porque Somos Figueira.
Somos Figueira porque aqui nascemos ou escolhemos viver.
Somos Figueira porque temos a ambição e a vontade, mas também a visão e capacidade para fazer mais.
Somos Figueira, também porque temos memória do que já foi possível fazer, e sabemos que, “o verdadeiro futuro é hoje”.
É hoje, que começamos a fazer futuro, todos juntos. Com os olhos no futuro, mas em homenagem à nossa memória colectiva não posso deixar de agradecer a presença, de um amigo muito especial. Aliás, um amigo de todos os figueirenses. Fiz parte do grande momento de viragem marcado pela sua gestão e tenho honra em afirmar que foi com Pedro Santana Lopes que aprendi que, quando se quer, faz-se acontecer. Foi com ele que vimos renascer o orgulho figueirense; que mudámos o Concelho para melhor; que colocamos, dia após dia, a Figueira no mapa.
Participei, com empenho e paixão, na concretização desses anos de mudança, que a quase todos parecem, já, muito longínquos. É possível resgatar essa dinâmica.
Citando um grande pensador português, Agostinho Silva, aqueles que “nada entenderam do passado, nada podem sonhar para o futuro”. Mas nós podemos. Porque a mesma ambição que tivemos no passado será agora reinventada para o futuro.
O futuro, meus amigos, pertence-nos, a nós, que acreditamos na Figueira, que sabemos o que este Concelho pode ser, o que este Concelho tem direito a ser!
Mais uma vez, agradeço a sua presença, meu caro Pedro Santana Lopes. A sua passagem pelo lugar a que agora humildemente concorro deixou uma marca indelével que os Figueirenses não esquecem. Estou certo que todos compreenderão o que significa, para mim, apresentar a candidatura à Câmara da Figueira da Foz na sua companhia.
Quero dar também uma palavra muito especial aos partidos desta coligação. Uma saudação particular ao meu bom amigo, Marcelo Nuno, Presidente Distrital do PSD que tem sido extraordinário no apoio que nos tem dado e que desde a primeira hora acreditou na vitória.
Uma palavra também para o Fernando Ferreira que em Nome do CDS/PP dirigiu as conversações connosco, ao meu amigo Miguel Pignateli Queiroz, do PPM, e a John Baker do MPT, embora seja merecida uma palavra ao coordenador autárquico do MPT, José Faria, com quem conversei desde a primeira hora.
Meus Caros Amigos;
A Figueira é uma terra fantástica, uma terra de oportunidades, bem localizada, com boas gentes, com História e com tradições. Com um potencial natural enorme.
Mas o património mais valioso da Figueira são as pessoas, são os Figueirenses. E não são Figueirenses só os que aqui nasceram. São Figueirenses aqueles que amam a Figueira e que se preocupam com o seu presente e com o seu futuro.
Não se deixem enganar. O mundo não parou! O mundo MUDOU! Os tempos são difíceis, mas, garanto­-vos, há formas de melhorar o presente e o futuro. E tudo o que até agora vi e aprendi nesta caminhada faz-­me acreditar nos Figueirenses e no futuro da Figueira.
Conheço bem a realidade figueirense. Vou conhecê-­la ainda melhor. Nos últimos 3 meses, fiz mais de 100 visitas, a empresas, escolas, clubes, colectividades, forças de segurança, instituições de solidariedade, etc...
Quero fazer ainda mais 400 visitas de trabalho.
Só faz sentido comprometer-­me com os figueirenses se conhecer os seus problemas mas, acima de tudo, as suas potencialidades.
Não vamos “vender” ilusões, nem prometer obras megalómanas. Tudo o que estiver no nosso programa eleitoral é concretizável. MAS TEMOS DE TER UMA PALAVRA DE ESPERANÇA.
Conhecemos bem as dificuldades em que o País e o Concelho estão mergulhados – não me verão alegar desconhecer a situação financeira da autarquia, nem usar a falta de dinheiro para justificar a ausência de ideias.
Porque sabemos que é possível gerir novamente o Município com determinação, com ambição, com criatividade e com ímpeto reformista!
Sem desculpas nem desalento.
Este não é o tempo das grandes obras, nem a altura para promessas vãs, mas há compromissos que têm de ser assumidos:
Nas muitas visitas de trabalho que efectuei pelo nosso concelho, que conheço bem, constatei que há cada vez mais figueirenses – pessoas e instituições – empenhados, empreendedores, generosos com o seu tempo e com as suas capacidades. Saber ouvi­-los, ser capaz de abrir portas e valorizá-­los é o mais importante. É possível garantir à Figueira da Foz o lugar que é seu por direito na agenda política nacional, fazer ouvir os seus interesses e reivindicar o apoio devido às soluções defendidas por quem cá vive.
Todos já perceberam as dificuldades que atravessamos. Mas a desculpa da falta de dinheiro já cansa. A falta de dinheiro não é desculpa para tudo.
Não é! Acreditem. Muito pode ser feito que depende da liderança e da conjugação de esforços.
Tem havido falta de liderança na Figueira.
Quem vai ao leme tem que dar o exemplo. Quem vai ao leme tem que ter a voz da esperança; a voz da convicção; a voz da criatividade; a voz do incentivo; a voz que sabe dizer “basta” quando não nos ouvem.
Quem vai ao leme tem saber dar um murro na mesa quando está em causa os interesses da Figueira, ao mesmo tempo que tem saber abraçar, estender a mão e ajudar a resolver problemas básicos das pessoas; tem que ser alguém que não descansa enquanto não esgotar todas as possibilidades; alguém que luta até ao fim pelas coisas e que não desiste às dificuldades.
Não podem esperar que eu seja sempre simpático, nem esperem que eu diga sim a tudo. Mas podem crer que vou estar sempre disposto a lutar pela nossa terra. Sei que sou capaz, sei que estou preparado, sei que tenho competências que o percurso de vida me deu para ser um Presidente de Câmara apto a responder às nossas dificuldades e anseios.
Vivi experiências muito diferentes, no sector privado como no público, e sinto que posso ser uma mais-­valia para este Concelho. Desempenhei
funções nas autarquias da Figueira e de Lisboa, mas também na Assembleia da República e no gabinete do Primeiro-­ministro.
Não é médico quem quer, ou professor quem quer, não é juiz quem quer, não é futebolista ou atleta quem quer. É quem desenvolveu competências para assumir essas responsabilidades.
Posso garantir-­vos que não há nada que me dê mais prazer do que desempenhar funções autárquicas. É nas realidades mais pequenas que podemos fazer a diferença, que podemos sentir os problemas, sentir as preocupações das pessoas e ver o efeito imediato das decisões que tomamos. É aqui na Figueira que me sinto bem e é isso que quero fazer pela nossa terra.
Temos que ter orgulho em ser figueirenses. A principal obra do próximo mandato tem que ser a obra imaterial. Exactamente como Pedro Santana Lopes fez há 16 anos: a obra de recuperar o nosso orgulho e a nossa entrega à Figueira. Só se ama o que se conhece. E quem ama, cuida! Só pode cuidar da Figueira quem a amar muito.
Começámos esta caminhada há mais de um ano e meio. Decidimos criar um conselho consultivo para debater os problemas da Figueira. Um conselho consultivo composto por pessoas com várias realidades profissionais, pessoais e partidárias. Um grupo plural com um propósito comum: contribuir para a definição de uma estratégia para o nosso
Concelho. Deixo aqui o meu profundo reconhecimento a este conselho consultivo, se me permitirem, nas pessoas de João Lopes, que preside ao conselho consultivo.
Mas também através dos coordenadores dos grupos ­ Hermano de Sousa, Teresa Machado, José Carlos Carvalho. Quero agradecer­lhes profundamente o trabalho útil que têm vindo a ser feito e que vão continuar a fazer.
O trabalho do conselho consultivo é a base do nosso compromisso eleitoral. É importante deixar claro que não apresentaremos um Programa Eleitoral, mas antes um Compromisso Eleitoral. Porque é exactamente um compromisso que queremos assumir com todos os Figueirenses.
Importa então dizer ao que nos propomos nesse compromisso.
Queremos que a Figueira seja.
● Um Concelho de Investimento
● Um Concelho da Inovação e do Conhecimento
● Um Concelho Turístico
● Um Concelho de Eventos
● Um Concelho Cuidado
● Um Concelho Solidário
É esta a matriz do nosso compromisso eleitoral. Todas as propostas serão enquadradas em um destes eixos.
Promoveremos o Desenvolvimento Industrial, designadamente com a construção da Zona industrial do Pincho, onde existirão fortes apoios aos jovens empreendedores como a preferência sobre 15% dos lotes do parque e facilidades de instalação que passam por indexar os pagamentos aos resultados das suas empresas, facilitando assim o arranque de actividade, por vezes tão crítico.
Promoveremos a atracão de investimentos através de uma política de proximidade com as agências de investimento. O Presidente de câmara tem de “viver” dentro do AICEP e não pode permitir que um investimento novo se faça no País sem que lhe seja dada a oportunidade de mostrar aos investidores o Concelho e as suas capacidades.
A câmara tem de ser um facilitador do investimento e por isso é necessário um “ponto único de contacto” Ou seja, quem quiser fazer um investimento no concelho terá um “Gestor de Conta” para o acompanhar em tudo o que for necessário tratar na câmara e nos demais organismos públicos. Temos que ir atrás do investimento e não ficar à espera que ele nos venha bater à porta.
Iremos trabalhar com a Comunidade Portuária, com os pescadores, coma Administração do Porto e com o Governo para criar as condições necessárias para potenciar ainda mais o nosso Porto. O Porto Comercial tem batido recordes de carga mas não pode ter os constrangimentos que ainda tem por falta de dragagens. É, sem dúvida, um grande trunfo na captação de investimento.
Iremos apoiar e fomentar a certificação de produtos do nosso Concelho e ajudar à sua divulgação.
Esta oferta que quisemos fazer hoje, é um pequeno gesto que simboliza a alteração do paradigma: o Presidente de Câmara tem de ser o Director Comercial do Concelho. Tem que ajudar na divulgação dos nossos produtos e apoiar as nossas empresas na conquista novos mercados.
A Diplomacia Económica começa aqui. Na sede da produção. E tem de ser mais do que uma proclamação. Temos de ter orgulho nas nossas empresas, acarinhá-­las e correr atrás de mais investimento. No campo da Inovação e Desenvolvimento impõe-­se um golpe de asa para colocar o conhecimento ao serviço do desenvolvimento do Concelho. A Figueira tem espaços disponíveis que irá disponibilizar para captar jovens investigadores portugueses e estrangeiros que desenvolvam investigação aplicada. Como contrapartida ficaremos com o direito de preferência na localização de eventuais negócios. Criaremos a Startup Figueira.
A Figueira terá de comunicar melhor o que faz e o que tem para oferecer pelo que desenvolveremos um portal para a cidade inovador e que contribua para fidelizar e atrair novos públicos. É fundamental termos uma boa plataforma para acesso a informação que possa ser utilizada de forma gratuita por todos os Figueirenses, e pelos que nos visitam, e sobre a qual possamos divulgar o nosso Concelho. Será criada, por isso,
uma rede gratuita de WI­FI.
É igualmente importante promover a inovação e o empreendedorismo junto das escolas.
O Turismo é um pilar fundamental do desenvolvimento desta terra.
Precisamos de convocar todos os actores em presença para nos ajudar a não falhar o caminho.
Precisamos de ter ambição. Temos de recolocar a Figueira no Mapa. Temos que voltar a ser um verdadeiro destino turístico que não distinga as estações do ano. Iremos, assim, desenvolver um programa denominado “12 meses, 12 eventos”. Reinventando os que já temos, e que se afirmaram. Mas precisamos de completar o calendário de forma a que todos saibam que, na Figueira, todos os meses é lugar de encontro.
Temos que ir à procura de novos mercados e apresentar soluções integradas de estadias. A proximidade a Coimbra, capital da saúde, deve levar-­nos a olhar para o Turismo de Saúde como uma potencialidade por explorar. A Figueira tem condições naturais extraordinárias para o efeito e não podemos perder este comboio.
Também o Turismo Cultural tem de ser uma realidade e por isso iremos organizar uma Bienal de Arte Urbana e um Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental.
Mas meus caros amigos,
Nada disto fará sentido se a Cidade e o Concelho no seu todo, não estiverem cuidados e preservados. Temos que cuidar do óbvio: manter a cidade limpa, os espaços verdes tratados e as infra-estruturas preservadas. Estamos proibidos de ter a cidade e o Concelho como hoje se encontra. A primeira impressão é muito importante e não podemos preocuparmo-­nos com os eventos e em trazer muita gente até nós e depois ter a casa desarrumada e suja.
Como já referi, “Quem Ama Cuida” e, por isso, iremos lançar um programa com esse nome, em que daremos incentivos para quem cuidar da sua casa e da sua rua.
Estes são apenas alguns dos aspectos do nosso Compromisso Eleitoral.
Caras e caros Figueirenses;
Termino como comecei: agradecendo a todos a vossa presença e dando testemunho da alegria que sinto em ver este espaço, onde me sinto em casa, tão cheio de esperança. Mas não me levarão a mal que as minhas últimas palavras sejam para a minha Família. Quero envolver num abraço muito forte os meus Pais. Acredito que estejam orgulhosos de ver o filho nesta caminhada na defesa de um novo projecto para esta terra que eles tanto Amam. Tenho um Enorme Orgulho em vós por me terem ensinado a nunca desistir e por me terem ensinado a sonhar. Obrigado por tudo.
Um Beijinho muito especial ao meu Filho, o Thomaz. Espero que, daqui a uns anos, ele se orgulhe daqui ter estado hoje.
Um abraço ao meu irmão Rui e um outro ao meu irmão João que, tendo partido, tenho a certeza que me acompanha todos os dias.
Por fim, mas não menos importante um beijo para a Catarina, que tem sido a mais prejudicada com esta minha caminhada, mas como pessoa extraordinária que é, tem tido de uma imensa generosidade.
Gostava ainda de dizer que me candidato a um lugar com a consciência de que muito já foi realizado pelos que lideraram os destinos desta terra.
Tenho respeito pelo seu trabalho e sei que a sua entrega foi total, nas capacidades de cada um e nas oportunidades de cada tempo. O tempo agora é de busca de um tempo novo. O tempo agora é de esperança. O tempo agora é de nos afirmarmos na Região e no País e para isso é preciso novos rostos e uma estratégia.
O tempo agora é de todos nós, porque todos nós Somos Figueira.
Conto com todos, porque a minha equipa são todos os Figueirenses.
Viva a Figueira.
Viva a Figueira.
Viva a Figueira.»

sábado, 15 de junho de 2013

Europeus de canoagem, Montemor-o-Velho

Pimenta e Emanuel falharam, hoje, o pódio nos Europeus de canoagem.
A dupla portuguesa terminou em sétimo lugar com 3.13.787 minutos, a 3.450 segundos da Alemanha, país que levou o bronze. A dupla campeã olímpica, os húngaros Rudolf Dombi/Roland Kokeny, ficaram também fora do pódio, em quinto lugar.
O treinador da dupla lusa, Richard Hopp, lamentou a falta de ritmo dos atletas portugueses mas manifestou ainda esperanças numa medalha na final de K4 1.000.

sábado, 8 de junho de 2013

“Grupo Desportivo Cova-Gala está vivo e bem vivo”



O Grupo Desportivo Cova-Gala já tem Direcção.  Fábio Silva é o novo presidente do clube e mostrou ambição neste seu regresso a casa: “Temos noção das dificuldades. Vamos começar do zero, mas queremos dar ao clube tudo aquilo que ele merece. Este clube não podia morrer. Há que trabalhar! “, afirmou o Fábio Silva.

Segundo Fábio Silva o objectivo neste momento passa por ir ao encontro dos sócios e simpatizantes: “ queremos voltar a trazer ao campo todos aqueles que gostam do Cova-Gala. Só assim, isto é, todos juntos é que podemos construir coisas bonitas. Temos de caminhar todos no mesmo sentido”, disse.

Para a próxima época o clube da margem sul vai contar com seis equipas e cerca de 120 atletas, a referir: Traquinas, Benjamins, Infantis, Iniciados, Juvenis e Seniores, ou seja, mais dois escalões do que o ano passado: “ Vamos ter mais um escalão de formação, os Juvenis e os Seniores que vão disputar a 1ª Divisão Distrital de Coimbra. Como podem ver o Grupo Desportivo Cova-Gala está vivo e bem vivo ”, salientou o presidente.

Rui Camarão será o treinador dos seniores. O plantel será composto na sua maioria por atletas que já passaram pelo clube, explicou Fábio Silva: “ Rui Camarão é o meu treinador. Ganhei com ele e vamos voltar a ganhar. O plantel será formado por jogadores que já passaram pelo Cova-Gala, e claro por jogadores da Terra. É um regresso a casa.”

Para além das naturais dificuldades financeiras o clube deparasse com a necessidade de fazer algumas obras devido aos danos causados pelo temporal de 13 de Janeiro:  “ temos algumas obras a fazer nomeadamente, arranjar a iluminação, o muro norte e a bilheteira” , disse Fábio Silva.

O Grupo Desportivo Cova-Gala segue assim para mais uma temporada.


Sara&Márcio